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Quando observamos o relacionamento de Jesus com as lideranças religiosas de seu tempo vemos claramente que Suas palavras e atitudes não eram nada amigáveis. E o que isso tem a ver comigo, e com você?
Jesus, que é Deus [João 1:1], expôs inúmeras vezes, com autoridade e propriedade, o quanto o pensamento religioso com suas regras e rituais mais afastava as pessoas de Deus do que o contrário.
Não foi à toa que logo no início de Seu ministério, no Sermão da Montanha, Jesus revelou ao povo que deveriam buscar uma justiça superior à de seus líderes [Mateus 5:20] , caso contrário, nada de Reino dos Céus!
Não há dúvidas de que, entre outras coisas, parte da aversão de Jesus àquelas práticas religiosas tinha origem na fé resumida em fórmulas prontas, sem uma relação direta e consciente das pessoas no culto à Deus, mas que era conveniente ao povo pelo mínimo esforço e às lideranças pelo máximo de vantagens.
O povo fingia buscar a vontade de Deus seguindo líderes que fingiam orientar a prática da vontade de Deus. Não passavam de cegos guiados por outros cegos [Lucas 6:39].
Mas, como dizem, o pior cego é o que não quer ver!
Jesus, com toda Sua sabedoria, apontou pelo menos 5 diferenças claras entre o que o povo estava acostumado a ouvir de seus líderes religiosos e o que, de fato, era a vontade de Deus [Mateus 5].
E hoje, quantas vezes Jesus nos diria “vocês ouviram o que foi dito” para abrir nossa mente sobre o quanto nós temos sido apenas seguidores do que ouvimos de nossas lideranças, mas não buscamos nEle o que realmente é a vontade de dEle.
Não está na hora de entendermos alguns porquês da nossa fé?
Deixo aí embaixo um vídeo que mostra como repetir as coisas sem saber os porquês pode ser um comportamento mais comum do que pensamos e nos impede de desfrutar do melhor. O vídeo foi feito para uso em empresas, mas a mensagem serve para a vida.

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