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No livro Cristianismo Puro e Simples (Mere Christianity em inglês), C. S. Lewis – o mesmo autor de Crônicas de Nárnia – faz uma afirmação direta não sobre quem foi Jesus, mas, sobre quem Ele não foi.
Estou tentando impedir que alguém repita a rematada tolice dita por muitos a seu respeito: “Estou disposto a aceitar Jesus como um grande mestre da moral, mas não aceito a sua afirmação de ser Deus.” Essa é a única coisa que não devemos dizer. Um homem que fosse somente um homem e dissesse as coisas que Jesus disse não seria um grande mestre da moral. Seria um lunático – no mesmo grau de alguém que pretendesse ser um ovo cozido — ou então o diabo em pessoa. Faça a sua escolha. Ou esse homem era, e é, o Filho de Deus, ou não passa de um louco ou coisa pior. Você pode querer calá-lo por ser um louco, pode cuspir nele e matá-lo como a um demônio; ou pode prosternar-se a seus pés e chamá-lo de Senhor e Deus. Mas que ninguém venha, com paternal condescendência, dizer que ele não passava de um grande mestre humano. Ele não nos deixou essa opção, e não quis deixá-la.
Jesus não foi um louco ou um lunático pelo simples fato de que Seu comportamento, argumentos e postura demonstravam uma lucidez inquestionável quando era confrontado. Como poderia um indivíduo desequilibrado manter tamanho auto-controle mesmo após ser traído, durante a própria crucificação e ao mesmo tempo manter um extremo e profundo amor por aqueles que o torturavam?
Também não é possível sustentar que Jesus tenha sido apenas um mito, uma lenda, existem vários documentos históricos e descobertas arqueológicas que comprovam Sua existência.
Tão pouco Jesus foi um mentiroso, afinal, se Ele fosse, poderia muito bem, com algumas palavras bem colocadas, livrar-se de uma morte cruel e desumana. Um mentiroso se sacrificaria por sua mentira?
Jesus não foi de forma alguma mais um “guru”, ou “grande mestre da moral”, como foram considerados outros homens e mulheres, a exemplo de Che Guevara, Mahatma Gandhi, Madre Teresa de Calcutá e tantos outros. O impacto de Sua mensagem é muito mais profundo.
Jesus, é Senhor e Cristo [Atos 2:36] e Deus [João 10:30]. Toda a Bíblia traz fortes evidências de que Jesus, apesar de Sua condição humana, jamais deixou de ser Deus.
Simples assim.

A convicção de quem Jesus foi e é deve estar marcada em nosso coração e mente! Jesus é o Cristo! Glória a Deus
Amém!